Por Rosana Borges — sócia-fundadora da Borges Machado · 12 de agosto de 2026 · Legado
O silêncio custa caro
Famílias costumam tratar patrimônio imobiliário como assunto para depois. O resultado aparece anos adiante: imóvel com documentação incompleta, herdeiros sem acordo sobre uso, bem que não pode ser vendido nem alugado enquanto a situação não se resolve.
Três conversas que evitam a maioria dos problemas
O que cada bem faz na carteira. Um imóvel pode existir para gerar renda, para uso da família ou para valorização. Quando isso não está claro, cada herdeiro assume um propósito diferente para o mesmo bem.
Documentação em dia, sempre. Matrícula atualizada, averbação de construção, regularização de área. Documento resolvido em vida custa uma fração do que custa resolvido em inventário.
Liquidez planejada. Patrimônio inteiramente imobilizado gera aperto no momento exato em que a família precisa de recursos. Parte do planejamento é definir o que pode ser convertido, e em quanto tempo.
Planejar não é antecipar perda
Organizar patrimônio é ato de cuidado com quem fica, e costuma ser mais leve do que se imagina quando conduzido com método e discrição. A conversa difícil não é sobre bens — é sobre a ausência dela.
Sócia-fundadora da Borges Machado — Consultoria Patrimonial & Desenvolvimento, em Goiânia.